sexta-feira, outubro 07, 2005
PRISIONEIRO DO AMOR

Com os pés descalços
Percorro a orla marítima.
A areia fofa parece almejar me absorver.
Um calor intenso consome meu espírito.
O marulho agora é uma terapia.
O quebrar das ondas me conduz à paz.
Em meus pensamentos surge você,
Olhos vivos, pele suave, sorriso meigo...
Vejo a imagem de seu corpo desnudo,
Preenchendo minha alma de prazer.
Observo a linha do horizonte,
Tentando encontrá-la em vão.
Quanta tolice a minha...
Como a encontrarei do lado de fora se está dentro de mim?
Enquanto isto...
Uma gaivota sobrevoa uma linha imaginária...
Manobras exactas, decisivas,
Vôos rasantes e precisos.
Maravilhado fico com a natureza,
Quando uma brisa toca suavemente meu corpo,
Entregando meu ser a uma dança envolvente.
Assim... Volto a pensar em você novamente
Enclausurando-a eternamente em minha mente.
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