sábado, novembro 18, 2006
VESPASIANO


Foi proclamado imperador pelos seus próprios soldados em Alexandria.
Sucederam-lhe sucessivamente dois dos seus filhos, Tito e Domiciano.
De origem modesta, caráter enérgico e hábitos austeros, promoveu a pacificação e o aumento do poder romano nas províncias, prosseguindo a conquista da Bretanha.
Em 69 d.C., ocupava-se do assédio à Jerusalém.
Ao tornar-se Imperador, seu filho mais velho, Tito - a quem entregou o cargo de prefeito da Guarda Pretoriana e nomeou seu sucessor conjuntamente com o irmão mais novo Domiciano -, terminou o assédio, esmagando a revolta judaica do ano 70.
Jerusalém foi destruída e meio milhão de judeus morreram e 100.000 foram escravizados.
Os sobreviventes que abandonaram a Palestina vieram a engrossar as comunidades da diáspora (dispersão), e o judaísmo sobreviveu em torno das sinagogas.
Um arco do triunfo entre o Fórum e o Coliseu celebrou a vitória sobre os judeus.
Vespasiano restaurou o Império, restabeleceu as finanças, reformulou o Senado e a Ordem Eqüestre. Reprimiu a sublevação da Gália e enviou Agrícola à Bretanha, mas incompatibilizou-se com os meios senatoriais.O Coliseu de Roma, também é chamado de Anfiteatro Flávio.
O período de seu governo ficou marcado por uma eficaz administração econômica quer na capital do império quer nas províncias, com um aumento significativo do tributo anual e a implementação de medidas econômicas muito mais severas, o que permitiu atingir níveis de progresso assinaláveis nas finanças do Estado, tendo inclusive angariado fundos para a construção do templo dedicado a Júpiter Capitolino e para o Coliseu de Roma (ou "Anfiteatro Fláviano").
Vespasiano morreu depois de dez anos de um reinado benéfico para o seu povo.