segunda-feira, agosto 06, 2007

 

TEMPO PERDIDO




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sexta-feira, agosto 03, 2007

 

PERFEIÇÃO




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quinta-feira, agosto 02, 2007

 

AMORES




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sexta-feira, julho 27, 2007

 

CASAMENTOS E OBJECTIVOS


A crescente taxa de divórcios nos últimos anos é assustadora.

Embora a se preveja a dissolução de relacionamentos, jamais na História houve um número tão grande de casamentos que se desfizeram.
Talvez o problema tenha origem nos objectivos primários dos parceiros ao iniciarem um casamento.


Na civilização ocidental, o chamado "amor" tem sido aceite como a pedra fundamental do matrimónio.

Infelizmente, este "amor" muitas vezes refere-se a uma atracção pelo parceiro devido ao facto de puderem satisfazer as necessidades físicas ou emocionais um do outro.

Se este objectivo primário não é conseguido adequadamente, o cimento do matrimónio desintegra-se, e factores secundários apenas, não podem mantê-lo.
No passado, o foco principal de um casamento era o estabelecimento de uma família.


De facto, foi dito : "crescei e multiplicai-vos".

Embora as necessidades físicas e emocionais fossem importantes, não eram primordiais, mas sim secundárias.

Por isso, quando surgiam problemas desta natureza, o relacionamento era mantido pelas forças primárias de união, e aqueles problemas secundários podiam ser reformulados e resolvidos.









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sábado, julho 07, 2007

 

O PARADOXO DO NOSSO TEMPO


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas em primeiro lugar, ame... ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem! Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.

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segunda-feira, junho 25, 2007

 

AUTO-CONTROLE



A ira pode ser uma emoção construtiva, como por exemplo, ao vermos cometer uma injustiça nossa ira nos ajuda a corrigi-la.
Podemos compará-la a um gerador de electricidade, que utilizamos de maneira construtiva.
A fúria, entretanto, não é útil.
É como um vulcão em erupção, que não traz benefícios a ninguém e causa destruição generalizada.
Ao contrário da erupção vulcânica, a fúria é controlável. Entretanto, a hora de agir é antes que comece o acesso, porque uma vez em movimento, carecemos da frieza necessária para controlá-lo.
A acção preventiva consiste em treinarm-nos a nós mesmos a reagir com moderação quando ocorre um evento provocativo, mesmo que saibamos ter razão.
Podemos praticar este comedimento respondendo em voz suave, ficando em silêncio, ou nos afastando da situação e tentando "esfriar a cabeça".
A fúria alimenta-se de si mesma, e se pudermos sufocá-la na origem, quando ainda pode ser controlada, será como abafar um pequeno fogo privando-o de oxigênio.
Não conseguir fazê-lo pode resultar numa conflagração destrutiva e incontrolável.

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quinta-feira, junho 07, 2007

 

A VERDADE DÓI



Segundo sua própria opinião, as pessoas acreditam que estão agindo tão sinceramente quanto possível. Todos sabemos, no entanto, como é fácil enganarmo-nos.
Como a verdade pode ser esquiva, de que maneira então podemos saber se o que temos é a verdade?
Há um teste bastante útil.
Podemos saber se temos a verdade quando temos a coragem de sentir o sofrimento de aceitar a verdade.
As pessoas mentem porque pensam que a mentira será menos dolorosa ou difícil para elas do que a verdade.
As pessoas muitas vezes deixam de crescer porque estão relutantes em enfrentar a dolorosa verdade de que agiram erradamente. Temos uma tendência inata a evitar o sofrimento, e portanto criamos racionalizações que justificam o nosso comportamento.
Estas racionalizações nada são além de mentiras – às vezes inteligentes e convincentes, mas nem por isso deixam de ser mentiras. Enfrentar a verdade e aceitar o sofrimento que vem com ela exige coragem.
As pessoas que "falam a verdade em seu coração" não retiram sua palavra mesmo se isso for para seu próprio sofrimento.
Por outro lado, aqueles que constantemente tentam mudar tudo para se adaptar ao seu conforto estão apenas mentindo para si mesmas.
ss

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